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PARA COMPREENDER A BASE ANTROPOLÓGICA DA MÍSTICA

Marcel Alcleante Alexandre de Sousa
Universidade Federal de Juiz de Fora
https://orcid.org/0000-0001-6149-2457
http://lattes.cnpq.br/6761378720831836
E-mail: marcelalcleante@yahoo.com.br


DOI-GERAL: http://dx.doi.org/10.47538/RA-2022.V1N1
DOI-INDIVIDUAL: http://dx.doi.org/10.47538/RA-2022.V1N1-08


RESUMO:

A comunicação apresenta a etimologia do termo mística a partir de sua base conceitual e, em um segundo momento, sua repercussão na história construída pelo homem/divindade. Surgiu a partir do incentivo do Núcleo de Pesquisas e Estudos sobre Filosofia Medieval - Principium/UEPB. É uma pesquisa oriunda de análises bibliográficas. O trabalho não se detém a uma obra específica, mas reúne pensamentos que falam sobre mística, seja na dimensão conceitual, como em aspectos inerentes a experiência com o sagrado. A sua importância consiste em oferecer um apanhado conceitual e antropológico do termo mística. Com isso, entendemos que a melhor maneira de corresponder à união de uma dualidade existente na fonte da mística, se assim pode ser compreendida, e a abertura sensitiva e intelectiva que o homem desenvolve na experiência do inefável.


PALAVRAS-CHAVE:

Homem. Mística. Conhecimento. Religião.

BIOGRAFIA DO AUTOR:

Doutorado em andamento em Ciência da Religião, Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil. Mestrado em Ciências das Religiões, Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil. Especialização em Formação Humana, Faculdade Vicentina, FAVI, Brasil. Aperfeiçoamento em Teologia, Faculdade Única de Ipatinga, FACULDADE ÚNICA, Brasil. Graduação em Teologia, Instituto Santo Tomás de Aquino, ISTA, Brasil. Graduação em Filosofia.

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COMO CITAR:

SOUSA, M. A. A. Para compreender a base antropológica da mística. Revista Eletrônica Amplamente, Natal/RN, v. 1, n. 1, p. 91-102, jan./mar. 2022.

Publicado: 15/03/2022

LICENÇA:

 

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